segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Eduardo Terra fala sobre as expectativas de mudança no mercado para o ano de 2012

Todas as operações do varejo possuem uma finalidade: melhorar os serviços, fazendo mais com menos. Assim, a lógica é justamente aproveitar o desenvolvimento tecnológico atual nas mais diversas áreas, enfrentando com maior inteligência os desafios e buscando novas oportunidades de ação.

Para 2012, o cenário no setor deverá ser cheio de mudanças, mas também de consolidação de tecnologias, ferramentas e soluções para os negócios, possibilitando cada vez mais a otimização dos processos. Além disso tudo, Eduardo Terra, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar) e diretor Geral da UBS – União Business School, acredita em um ano turbulento, com disputas acirradas, fusões e grandes compras.

"Vamos ter um aumento na consolidação do mercado, com grandes empresas comprando médias ou se juntando com outras grandes, trazendo ganho de eficiência e as tornando mais competitivas", afirma. Para ele, isso traz consequências para as áreas de Tecnologia da Informação e automação, resultando em ganho logístico e com operações.

Especificamente para a TI, o Varejo deverá ter um grande investimento em soluções de CRM, segundo Terra. Outra vertente em evidência nos próximos meses, ainda de acordo com o executivo, é a parte de Business Intelligence para a área comercial e operacional. "A operação no setor é complexa, podendo acontecer erros e desajustes logísticos. O BI traz inteligência ao negócio, corrigindo cada um desses problemas", diz.

A consequência de operações internas com melhor execução é ter a frente de loja agindo melhor, trazendo mais eficiência a toda a cadeia de processos. No entanto, é preciso cuidar dessa área, pois é de onde a informação sobre o cliente vem com maior precisão. "Cansei de ver situações nas quais a empresa tinha uma estrutura parruda por trás, mas uma frente de loja deficiente", revela o executivo.


Mobilidade

Uma tendência inevitável não só para 2012, mas ainda para os próximos anos, é a inclusão de dispositivos móveis de forma definitiva no Varejo. Uma delas é o RFID (do inglês "Radio-Frequency Identification"), tecnologia que deverá substituir o código de barras para dar maior precisão e agilidade na movimentação de mercadorias. "A cada ano, há um barateamento das etiquetas e antenas. Ele já está andando mais forte em logística e estoque, mas na frente de loja ainda é tímido", afirma Eduardo Terra.

Já o NFC (sigla em inglês para "Comunicação por Proximidade de Campo"), permite a utilização de celulares para realizar pagamentos, também garantindo uma flexibilidade e rapidez ao processo, principalmente o de alto giro. "Ele já é utilizado em táxis e pedágios em Nova York e traz uma solução para processar meio de pagamento eletrônico com velocidade e custo básico", diz. Por esse lado, no entanto, há também a dependência de fabricantes de aparelhos introduzirem os dispositivos aos consumidores no mercado brasileiro.

Ainda assim, os tablets e smartphones atuais já dispõem de aplicativos que permitem a interação com o consumidor. "Pelo menos 80% dos varejistas com operações de e-commerce têm projetos para levar a loja ao mobile commerce", estima o vice-presidente do Ibevar. Outro uso é como instrumento de trabalho nas empresas do setor. Com ele, é possível acessar informação e gerar automação, transformando-o em um coletor de dados, garantindo maior agilidade.

Finalmente, Terra acredita em um grande salto da utilização de redes sociais para o comércio eletrônico. "Com iniciativas principalmente pelo Facebook, temos o caso do Magazine Luiza, que começou muito bem com o projeto “Magazine Você” e gerou um grande insight para quem está desenvolvendo soluções", diz. "Este ano já veremos isso virando realidade", finaliza, ressaltando o potencial do social commerce. Dessa forma, não vão faltar oportunidades para inovações em 2012 no Varejo - só depende dos investimentos agora.

-Referência: Decision Report

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

7 Dicas Para Você Se Tornar Um Bom Empreendedor

Um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso


Referência: www.administradores.com.br



Cada vez mais pessoas estão concretizando o sonho do próprio negócio. Em 2010, foram constituídas 1.370.464 empresas, o que revela um crescimento de 101% em relação a 2009, segundo dados do Departamento Nacional de Registros do Comércio (DNRC) da Secretaria de Comércio e Serviços (SCS) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)

No entanto, apesar desse crescimento no número de negócios próprios, nem todas as pessoas sabem o que é preciso para se tornarem boas empreendedoras e, assim, se manterem no mercado. Não adianta, por exemplo, a vontade de trabalhar sem que se saiba usar a criatividade, ou disciplina na execução de tarefas sem um bom diálogo com os funcionários.

Para o empresário Rogimar Rios, "um bom empreendedor precisa ter iniciativa para criar um novo modelo de negócio, já que o empreendedorismo é uma característica do administrador que tem com objetivo o sucesso".

Além disso, o empresário dá outras dicas para quem quer se tornar um bom empreendedor. Confira:

1. Saiba lidar com personalidades desafiadoras. Ouça-as com o coração e com os olhos, não somente com os ouvidos.

2. Tenha determinação e disciplina. Anote idéias e faça seu planejamento com dia, hora e local em que tudo deverá acontecer.

3. Seja inteligente, saiba usar o seu pensamento a seu favor. Seus pensamentos determinam a sua freqüência e seus sentimentos lhe dizem imediatamente em que freqüência você está. Quando se sente mal, você está na freqüência que atrai coisas ruins, prejudicando o alcance de suas metas.

4. Tenha meta e siga um método. Quando uma pessoa tem os dois, ela rompe barreiras.

5. Tenha fé, mas não deixe de agir para modificar a realidade. Vá do pensamento à ação.

6. Empreendedor deve encontrar, avaliar e desenvolver a oportunidade de criar algo novo.

7. Tire proveito do fracasso. Saiba usar a experiência sem sucesso em aprendizado.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

A Importância do MBA nos dias de hoje

Em meio à competitividade do mercado de trabalho, destaca-se quem tem experiência profissional e qualificação. Se utilizando dessa realidade, a indústria da especialização cria, dia após dia, cursos que nem sempre estão de acordo com o padrão exigido pelo MEC. Principalmente quando o assunto é MBA.

Aumentar o salário, atualizar-se, mudar de profissão, fazer contatos. Várias razões podem levar alguém a cursar uma pós-graduação. Quando se colocam as mãos no diploma, contudo, o cumprimento dessas metas depende de ter traçado um plano claro e de ter escolhido o curso apropriado. Em meio à intensa propagação de programas de pós e MBA (Master in Business Administration, especialização em administração), o planejamento de carreira ganha importância. Inchado, o mercado sinaliza para uma espécie de auto-regulamentação.

Acabou o tempo em que o título era sinônimo de promoção automática.

Mesmo não sendo um diferencial absoluto, para Márcio Miranda, presidente da Towsend Consultoria, diz que “a pós ainda traz mais vantagens que o MBA”.

Esses cursos têm como principais alvos os executivos que visam ampliar seus conhecimentos em técnicas de administração. Geralmente, esse grupo de profissionais não possui a disponibilidade de tempo para estudar fora ou mesmo, fazer o mestrado, que tem duração média de 4 anos.

As principais áreas de MBA são Marketing, Varejo, Executivo e Finanças.

O Master in Business Administration, como o próprio nome diz e de acordo com as normas de regulamentação, deve ser uma escola de gestão empresarial voltada para o aluno que tem experiência profissional suficiente para viver em sala de aula as temáticas referentes ao trabalho do executivo.

O mestrado profissional enquadra-se praticamente no mesmo segmento em que alguns cursos de especialização ou então os conhecidos MBAs buscam oferecer a profissionais já atuantes um aprofundamento na sua formação. No entanto, há diferenças importantes entre uns e outros que não podem ser ignoradas. Os cursos de especialização ou MBAs são classificados como pós-graduação lato sensu, e o mestrado profissional é um curso stricto sensu.

Como a legislação brasileira exige que as instituições de ensino superior tenham em seu corpo docente mais de metade dos professores com grau mestre ou doutor, as instituições têm exigido ao menos o título de mestre de seus professores. Porém na parte prática da formação do aluno, os dois tipos de cursos são equivalentes: O conteúdo dos MBAs como conhecemos no Brasil não é tão diferente do mestrado profissional. Porém a legislação brasileira não prevê que cursos de MBA realizados por instituições que não sejam universidades, etc., possam ser qualificados como mestrados. Os mestrados profissionais na área de Administração são os verdadeiros MBAs na acepção americana do termo. Na acepção brasileira, os MBAs não passam de cursos de especialização, não dão diploma, dão certificado.

Por outro lado, o MBA também tem seus diferenciais: "O MBA pode enfocar uma série de segmentos que o mestrado profissional não permitiria até pela própria legislação vigente. No MBA profissional, é exigido um trabalho de conclusão de curso, não na forma de uma dissertação, porque isto é algo que tem de ser feito individualmente, mas sim ele deve ser feito em grupo. Mas existe também o cuidado de exigir que o tema do trabalho de conclusão de curso seja de total aplicabilidade ao dia a dia dos profissionais que estão envolvidos” segundo Márcio Miranda.

Referência: Administradores.com.br

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Salário aumenta até 156% para graduados


Matéria veiculada no jornal Destak, edição São Paulo, dia 28/9/2011.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Estágio remunerado na EMTU

Oportunidade de estágio para estudantes na EMTU.

O Treinamento e o Perfil ideal das secretárias nas clínicas e consultórios médicos – Eduardo Terra

Cada vez mais as mudanças na economia brasileira, a maturidade do novo consumidor, o acirramento da concorrência, pressionam os profissionais da saúde a buscarem caminhos em busca da excelência no atendimento aos seus pacientes.

Neste cenário, se inicia um processo de procura por soluções que possam trazer os resultados esperados no atendimento. Uma das soluções mais utilizadas é o treinamento de toda a equipe de atendimento, com foco principal na secretária que tem o primeiro e o últimos contato com todo paciente.

A cada dia que passa, notamos mais e mais programas de capacitação e desenvolvimento de pessoas na saúde, alguns com sucesso, outros nem tanto.

Muitas vezes o resultados de um programa de treinamento para a equipe de uma clínica ou consultório , não dependem somente da qualidade do curso ou do instrutor, ás vezes o problema é um pouco mais sério.

Durante estes últimos anos, eu tenho notado programas de treinamentos realizados para profissionais sem o mínimo perfil para trabalhar com saúde com no atendimento de pacientes. Neste caso, estamos tentando “tirar leite de pedra”. Sem algumas premissas básicas no perfil, principalmente ligadas às atitudes das pessoas, não há treinamento no mundo que resolva. Não iremos conseguir desenvolver características como iniciativa, proatividade, gostar de pessoas, entre outras coisas.

Com tudo isto, fica evidente a importância de que antes da decisão da realização de um programa de treinamento, uma cuidadosa análise do perfil dos futuros treinando deve ser feita. Em diversas situações de uma “teórica” demanda por treinamento, eu acabei diagnosticando um problema que vinha um pouco antes, problemas no perfil. Depois de ajustado este perfil, aí sim os programas de treinamento passam a fazer sentido.

Mas depois de resolvido o problema do perfil, restam ainda dúvidas de como otimizar os recursos em treinamentos. É comum escutar de um médico: “.. E se eu treinar e preparar a minha secretária e ela for embora “ e então eu tenho respondido “ .. E se você não treinar e ela ficar..”

Com todas estas dúvidas, fica como final deste artigo um roteiro simples para que os erros nos programas de treinamento sejam minimizados: As cinco perguntas que estruturam um treinamento.

Quem eu irei treinar – Quais as pessoas envolvidas, nem gente de mais, nem de ,menos.

Quando irei fazer isto – Em que data, horário eu vou realizar o programa

Quanto de treinamento – Que carga eu vou dar de cursos , mais uma vez , nem mais, nem menos

Quem irá treinar – A escolha do instrutor é essencial, um erro aqui pode jogar tudo fora

Aonde eu vou fazer o treinamento – local, na empresa, fora , etc.

O que – Quais os cursos, quais os pontos trabalhados.

Eduardo Terra é professor dos cursos de MBA e Pós Graduação da FIA e do curso de MBA Economia e Gestão da Saúde – UNIFESP. Atua como Consultor de Empresas na área da saúde, é Sócio-Diretor da Tela Comunicação e Propaganda e Diretor Geral da UBS – União Business School.

- Referência: Empreendedoresaudade.com.br